quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Melhor comprar o novo ou usado?


As opções para comprar um imóvel vêm se tornando cada vez mais diversas no mercado cearense ao longo dos últimos dois anos. Seja pelos lançamentos de novos condomínios ou pelo aumento do número de unidades usadas à venda, a variedade tem despertado também a dúvida sobre optar por um imóvel novo ou usado. Na balança, equilibram a decisão do comprador: o metro quadrado mais barato das casas ou edifícios antigos e as vantagens da infraestrutura moderna oferecida pelas novas construções. Para ajudar o comprador nesta empreitada, o tesoureiro do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci), Armando Cavalcante, aponta: "a localização é definitiva na hora da escolha dependendo do interesse e do preço cobrado pelo metro quadrado".

O que levar em conta

No entanto, outros elementos ainda são considerados no momento da compra, como o diferencial estrutural - o qual torna os imóveis novos 30% mais procurados em relação aos que já tiveram donos no Ceará, de acordo com Cavalcante.

Ele refere-se, especificamente, aos sistemas de aproveitamento de água usada e até de energia (solar ou eólica) já implementados em alguns condomínios da Capital, além de espaços como quadras de esporte, academia, piscina e parques para as crianças, os quais não são encontrados nos prédios antigos.

Sem pressa e bonitos

A falta de pressa para fazer uso do imóvel também figura entre os motivos dos que optam pelos novos, segundo afirma Luciano Cavalcante Neto. Diretor da imobiliária de mesmo nome, ele afirma que a urgência pela casa própria é mais comum nos compradores de unidades usadas.
Luciano ainda destaca a preocupação com a estética e cita "o trabalho dos arquitetos em tirar o maior proveito possível da iluminação e ventilação natural das novas obras".

Investimento

"Não podemos esquecer os investidores, que compram em tabela de pré-lançamento, aguardando a valorização do bem", observa. Neste caso, estão em evidência as áreas de Fortaleza onde os investimentos em infraestrutura estão mais acentuados e os bairros, como Castelão, por onde passarão os turistas internacionais que virão para os dois grandes eventos futebolísticos em 2013 e 2014.

Usados

Detentores de um metro quadrado, em média, 30% abaixo do preço dos imóveis novos, os usados estão no páreo por conta das condições de financiamento ofertadas pelos bancos, segundo Luciano Neto. Já o sócio da V2 Imóveis, Venício Guimarães, acrescenta à lista de vantagens das casas e imóveis mais antigos o crescimento de determinadas classes sociais que ainda não podem adquirir uma unidade vendida na planta. "O bolso deles comporta e a necessidade de ter uma casa é para logo, então eles vão de pronto", diz.

A única ressalva de todos os corretores é de conferir todos os documentos do imóvel e conferir se o vendedor possui realmente autorização para comercializar a unidade como forma de precaução.

Inquilino deve avaliar reforma

Preocupação recorrente a todo inquilino, a reforma do apartamento ou casa alugada também desperta dúvidas sobre até quando vale a pena investir em um imóvel cuja propriedade não é de quem paga a obra. Neste sentido, Micheline Aires, gerente regional da administradora de condomínios e imóveis Apsa no Ceará, aconselha ao locador orçar tudo que planeja fazer e definir com a imobiliária e o proprietário do bem como será o ressarcimento do dinheiro aplicado.

A atitude previne as partes de qualquer confusão sobre o pagamento do serviço realizado e também do reembolso do dinheiro investido pelo inquilino.

Outra questão infere sobre o contrato assinado entre as partes que determina as condições de como o imóvel foi entregue ao morador e como ele deve ser devolvido ao dono. Atualmente, existem no mercado imobiliário brasileiro dois tipos de obras que podem ser realizadas nas residências alugadas. Trata-se da reforma e da benfeitoria. A primeira, refere-se a ações simples, como pintura de ambientes, consertos de instalações elétricas ou hidráulicas e até o conserto de algum reboco que esteja caindo. Já as chamadas benfeitorias correspondem a obras de caráter mais estrutural como mudança de porta, aplicação de piso, entre outras, e que deverão ser pagas pelos proprietários.



Fonte: Diário do Nordeste 

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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Aprenda a fazer textura de parede


Gente, depois que vi esta textura de parede superfácil de fazer no facebook, cliquei no link da etsy e descobri muitas outras, olha só:


Na verdade, esses produtos não são da Etsy, a Etsy é uma plataforma de lojas virtuais como o Iluria, Tanlup, Airu... a loja que vende este produto chama-se The Painted House. Eles comercializam este rolo por R$49,90, porém ainda não sei se eles enviam para o Brasil. Envie um email para a loja, mas ainda não obtive resposta.

Fiz minhas pesquisas, e aqui no Brasil também tem esses rolos, mas com estampas diferentes. Quer dizer, encontrei somente dois que funciona como carimbo, igual aos importados, da marca Condor e os desenhos são infantis, para menina e para menino...



Fora esses dois, a marca ainda fornece alguns rolos que fazem texturas:



Eles possuem uns 6 rolos de texturas diferentes e mostram tudo no site. O preço sugerido é de R$20,00, mas pode variar de acordo com a região.

Fonte: A moderna

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Casas subterrâneas surgem como opções sustentáveis

A casa do ex-jogador de futebol Gary Neville, na Inglaterra, tem 1000 m2 e está totalmente enterrada em um morro. Concebida pelo escritório de arquitetura Make, a casa almeja ser a primeira residência inglesa com Zero Carbono. Com pouca troca térmica e menor consumo de energia por estar enterrada, a casa também conta com energia geotérmica, solar e eólica.
Já na cidade de Vals, na Suíça, o dono da casa Villa-Vals decidiu que não queria atrapalhar a vista de ninguém e também enterrou sua moradia. Vejam os resultados; são casas com excelente inércia térmica, além de muito iluminadas e arejadas. Versões sedutoras da antiga casa-na-caverna.
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Fonte: catraca livre

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Jurerê Internacional, um dos metros quadrados mais valorizados do Brasil

Jurerê é uma praia situada no norte da Ilha de Santa Catarina, no bairro nobre do mesmo nome, entre as praias de Canasvieiras e do Forte, Florianópolis. A praia de Jurerê é um balneário bastante urbanizado, que atrai turistas de todo o Brasil e de outros países, principalmente da Argentina.

Jurerê Internacional é um loteamento residencial sofisticado, localizado a cerca de 15 minutos do centro de Florianópolis, que possui um dos metros quadrados mais valorizados do Brasil.




Sobre o bairro Jurerê Internacional
O Bairro de Jurerê Internacional fica defronte a praia de mesmo nome. Está é uma praia longa, de mar intermediário, possuindo ondas longas e calmas, areias claras e águas límpidas e de média salinidade.

Sem limitação física, a Praia de Jurerê Internacional é a continuação da Praia de Jurerê. Esta última inicia-se na Ponta de Canajurê e estende-se até a entrada da ponta de terra, de nome Ponta Grossa. Desenvolveu-se como comunidade de pescadores e agricultores que prestavam serviço na fortaleza oitocentista de São José da Ponta Grossa.
Veja o vídeo

Até 1955 sua denominação era Praia de Ponta Grossa ou ainda Praia de São Francisco de Paula, porém com a implantação de moderno empreendimento imobiliário, pela Imobiliária Jurerê, acontece uma transformação na região. A praia passa a se chamar Jurerê e o que antes era área de pesca e de segurança passa a ser área de balneário e de turismo histórico, pois o Forte São José integra o maior conjunto defensivo do sul do Brasil.

Atualmente o Complexo Turístico do Jurerê sedia clubes, hotéis, restaurantes, conhecendo grande desenvolvimento urbanístico a ponto de se tornar um centro de renome internacional.



A Praia de Jurerê Internacional pertence ao Distrito de Canasvieiras, distante 23km do Centro da Cidade de Florianópolis. Possui 3.200 metros de extensão (Jurerê e Jurerê Internacional) e sua largura varia de 6 a 80 metros. 

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Mogi das Cruzes começa a chamar atenção do mercado imobiliário

A mancha urbana se expande e agora chega a Mogi das Cruzes, na Região Metropolitana de São Paulo, que tem registrado um crescimento em seu mercado imobiliário. De acordo com uma pesquisa inédita realizada pela Lopes, a região recebeu, nos últimos três anos, 40 empreendimentos residenciais verticais, totalizando 150 torres, 6.996 unidades e R$ 1,6 bilhões em VGV.
“O mercado imobiliário em Mogi das Cruzes, nos últimos anos vem sofrendo forte transformação. Vantagens como a proximidade com a cidade de São Paulo, com o Aeroporto de Guarulhos e facilidade de acesso à 3 grandes rodovias contribuíram bastante para o crescimento de toda a região do Alto Tietê”, afirma Paulo Pinheiro, sócio-diretor da Lopes.
O tíquete médio de um apartamento lançado no último triênio na região é de R$ 234 mil e os preços das unidades em ofertas são mais atrativos do que na capital paulista, em média R$ 4.050/m².
Apartamentos com 2 dormitórios custam em média R$ 3.700/m², 3 dormitórios R$ 4.100/m² e 4 dormitórios R$ 5.300/m². Em geral, 78% dos 7 mil apartamentos lançados já foram comercializados.
Apresentando uma tendência por apartamentos menores, 68% das unidades lançadas possuem até 69m² de área privativa. O restante está distribuído em 23% de 70m² a 109m², 6% de 110m² a 169m² e 3% com metragem acima de 170m².
Em relação ao número de dormitórios, as unidades com 2 e 3 dormitórios ganharam destaque no cenário da região. Do total comercializado, 3.314 unidades possuem 2 dormitórios, e 1.645 unidades com 3 dormitórios. E, apenas, 221 apartamentos continham 1 dormitório e 169 unidades era de 4 quartos.
“No últimos 3 anos, a cidade tem passado por uma mudança no perfil de seus empreendimentos. Antigamente só era possível encontrar lançamentos de 2 e 3 dormitórios, voltados para um público de renda mais baixa. Hoje, a cidade já recebe lançamentos de empreendimentos com o conceito ‘mixed-use’, com unidades de salas comerciais, projetos de lajes corporativas, lojas e mall de serviços, além de unidades com 1 e 2 dormitórios voltados para um público mais elitizado”, continua Pinheiro. “Naturalmente, essa mudança de perfil deve-se a uma carência por empreendimentos mais modernos e diferenciados, com um conceito mais atual e espaços mais confortáveis”, conclui.
Ainda de acordo com a pesquisa, os bairros centrais foram os que receberam mais empreendimentos, seguidos pela região Cezar de Souza, Jundiapeba e Braz Cubas. Também foram identificados 6 futuros lançamentos residenciais verticais localizados em Mogi.
Como principal município da região do Alto Tietê, Mogi das Cruzes atende a demanda por serviços de cidades vizinhas como Arujá, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba e Santa Isabel. Possui também fácil acesso a várias rodovias (Carvalho Pinto, Dom Pedro I, Dutra e Ayrton Senna) e forte ligação com a zona leste da cidade.

A proximidade com litoral norte e grandes universidades, UMC Universidade de Mogi das Cruzes e UBC Universidade Braz Cubas, também são pontos fortes da cidade.


Fonte: Agência IN

Imóveis são adaptados para público da terceira idade

O aumento da expectativa de vida é um aspecto que tem alavancado mudanças no setor imobiliário. Prova disso é que, para atrair essa crescente parcela de idosos, construtoras e especialistas têm investido em mudanças na estrutura de casas e apartamentos à venda. A iniciativa visa atender às necessidades da terceira idade, proporcionando mais do que conforto, mas, principalmente, segurança para os moradores.
O número de empreendimentos voltados à população idosa inclui imóveis com uma nova organização. Para isso, porém, as construtoras contam com a ajuda efetiva de um grupo de profissionais, como geriatras, gerontólogos (estudiosos da vida idosa) e arquitetos especializados em design universal.
As adaptações podem ser realizadas tanto em imóveis residenciais quanto comerciais, incluindo áreas internas e externas. Entre as alterações, as principais são:
- Interruptores mais baixos com, no máximo, 1 metro de altura, a fim de facilitar o alcance do idoso;
- Tomadas mais altas na tentativa de minimizar o esforço de abaixar e levantar para alcançá-las;
- Descargas e registros ajustados a alturas mais baixas, também com a finalidade de proporcionar mais praticidade ao morador idoso;
- Maçanetas em forma reta (como as de alavanca), ao contrário de formas redondas (como as de bolinha) para facilitar a abertura de portas e exigir menos força nas mãos;
- Portas de correr, quando possível, pois exigem menos força para serem abertas;
- Pisos do mesmo padrão, sem ressaltos ou desníveis (mesmo que de um cômodo a outro), evitando possíveis tropeços e quedas;
- Escadas de piscinas construídas em alvenaria e com corrimão, oferecendo mais segurança e firmeza aos idosos em áreas de lazer;
- Vidros sinalizados com barras de alumínio, a fim de facilitar a identificação do material e evitar possíveis confrontos;
- Vasos sanitários e boxes de banheiro com barras de apoio instaladas ao seu redor, a fim de proporcionar mais firmeza e proteção contra escorregões;
- Espaços de passagem maiores com, no mínimo, 80 cm de vão livre para garantir entradas e saídas livres para o idoso junto com seus acompanhantes, andadores e cadeira de rodas, por exemplo;
- Pisos de madeira ou cerâmicas foscas que, além de não precisarem ser encerados, não refletem a iluminação. Ou seja, ajudam a prevenir acidentes para quem tem problemas de visão.
Com essas adaptações, idosos conseguem mais facilidade na hora de se locomover e encontram nos imóveis modernos verdadeiros lares para aproveitar a terceira idade.
Fonte:  Agente Imóvel
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