domingo, 4 de agosto de 2013

Área média de imóvel novo encolhe com febre de compactos

Em 5 anos, número de lançamentos de imóveis grandes em São Paulo teve redução brutal, enquanto compradores trocam os espaços amplos por boa localização.

São Paulo - A área média dos apartamentos lançados na cidade de São Paulo caiu 28% de 2007 para 2012, passando de 102,33 para 73,24 metros quadrados. Mas isso não significa exatamente que os imóveis novos tenham encolhido. O que esse número na verdade revela é que houve uma queda brutal no número de apartamentos grandes lançados nos últimos cinco anos. O lançamento de apartamentos compactos, por sua vez, viu forte elevação, tornando-se uma verdadeira febre.

Imóvel de um quartoQuem busca imóvel novo para comprar hoje em dia deve ter notado que há cada vez menos oferta de apartamentos amplos. De 2007 para 2012, segundo dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) compilados pelo Secovi-SP, houve uma queda de 63,6% no número de lançamentos de três e quatro dormitórios na capital paulista, imóveis que têm área média maior.

Em compensação, no mesmo período houve uma elevação de 45,2% no número de lançamentos de um e dois dormitórios, unidades mais compactas cuja metragem costuma variar de 30 a 70 metros quadrados. Só o número de apartamentos de um quarto lançados foi multiplicado por nove.
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"A alta no preço do metro quadrado dos imóveis nos últimos anos fez com que as pessoas não conseguissem mais comprar apartamentos tão grandes. Além disso, elas estão começando a perceber que é mais vantajoso morar em um apartamento pequeno e bem localizado do que em um imóvel grande e afastado", explica Rafael Rossi, fundador da incorporadora Huma Desenvolvimento Imobiliário.
Veja na tabela a evolução no número de unidades lançadas de cada tipo entre 2007 e 2012:
2007:
 1 quarto2 quartos3 quartos4 ou maisTotal
Unidades lançadas53412.63712.51513.30438.990
Participação (%)1,4%32,4%32,1%34,1%100%
Área útil lançada23.620,11665.193,531.068.267,912.232.857,443.989.938,99
Área útil média44,23 m252,63 m285,35 m2167,83 m2102,33 m2
2012:
 1 quarto2 quartos3 quartos4 ou maisTotal
Unidades lançadas4.80014.3216.5662.83028.517
Participação (%)16,8%50,2%23,0%9,9%100%
Área útil lançada189.673,85809.309,60564.146,77525.487,262.088.617,48
Área útil média39,52 m256,51m285,92 m2185,68 m273,24 m2
Fonte: Revista Exame

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Escritório no Paraná foca em projetos para quem quer ter casa na árvore




Para realizar o sonho de crianças e adultos de ter uma casa na árvore, o escritório paranaense Casa na Árvore elabora projetos que vão desde uma simples brincadeira até residências com infraestrutura completa.




Ter uma casa na árvore é o sonho de infância de muita gente.











A empresa nasceu para realizar o sonho infantil do proprietário, Ricardo Brunelli, que deu início ao seu trabalho construindo uma casa sobre uma figueira centenária em 2001.


Atualmente ele oferece um portfólio com playgrounds, casa na árvore completa, mirante, projetos personalizados ou casas pré-projetadas.
As casas são feitas com madeira tratada em autoclave, que impede a ação de fungos e insetos.

É possível realizar esse sonho com escritórios especializados

Conheça mais detalhes dos projetos no site da empresa

O efeito visual impressiona

Fonte: folha.uol


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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Tornou-se mais fácil comprar um imóvel

Os preços ainda sobem, mas de forma moderada. Isso, aliado à queda de juros, melhora o cenário para quem quer comprar o próprio imóvel

Poucos são os países que tiveram uma valorização imobiliária parecida com a do Brasil nos últimos tempos. Nunca existiram tantos lançamentos de casas e apartamentos — e eles nunca foram vendidos de uma forma tão rápida. Prédios inteiros chegam a ser comercializados em horas, pouco depois de serem anunciados e ainda antes de as obras terem início.

De acordo com um levantamento feito recentemente pela revista EXAME em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), os preços dos imóveis continuam aumentando, mas de forma mais moderada do que nos anos anteriores - até 2011, por exemplo, os preços subiram de 20% a 30% em média, por ano. Em 2012, a valorização dos imóveis usados foi de 12%, e a dos novos, de 14%.

“Essa foi a média apresentada pela pesquisa. De forma inédita os preços caíram em algumas regiões, e essa é a primeira vez que isso acontece desde 2010”, comenta Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro.

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Esse foi o caso de Belo Horizonte e Florianópolis. Em outras cidades, os imóveis tiveram seus preços ainda mais altos do que a média, como o Rio de Janeiro, cidade que tem os imóveis mais caros do país, em que a valorização chegou a ser de 25%. “Não é novidade para ninguém que os eventos que acontecerão no Brasil nos próximos anos estão valorizando cada vez mais a cidade do Rio de Janeiro, que, para os estrangeiros, é conhecida como a ‘cara do Brasil’. O investimento de dinheiro do exterior assim como de pessoas do próprio país que desejam obter um imóvel na cidade do Rio é cada vez maior”, comenta Freitas.

Por ser uma cidade com poucos espaços ainda disponíveis, o Rio é o campeão nos preços do país – sendo o Leblon o bairro com o preço mais alto. Porém, a valorização dos imóveis atinge outros bairros que crescem junto com a procura, como a Barra da Tijuca e o Recreio, que serão boas localizações na época da Copa do Mundo, por exemplo.

Apesar de essa maior procura por imóveis, continua mais fácil adquirir casa própria. Como os juros do crédito imobiliário estão no nível mais baixo das duas últimas décadas, o mercado agora oscila para o lado do comprador. Um estudo do banco J.P. Morgan mostra que hoje as famílias brasileiras gastam, em média, 36% da renda com um financiamento imobiliário. No fim de 2011, esse mesmo percentual estava em 43%. “Não é que os imóveis ficaram mais baratos, é que os preços estão subindo menos, apesar de a valorização ainda existir. Porém, com a queda dos juros, quem sai no lucro é o comprador”, explica Freitas.

O especialista comenta que outro fator que contribui para que o consumidor saia no lucro é o fato de que ele descobriu que pode negociar com o vendedor, e assim, chegar a um acordo, um bom negócio para ambos. “Coisa que antigamente era mais difícil de se ver, um comprador questionando e negociando para chegar a seu objetivo”, conclui Freitas. 

Fonte: Primar Administradora de Imóveis

Vantagens ao contratar uma imobiliária e o corretor de imóveis para intermediar a venda ou a compra do seu imóvel.

Quando as partes, COMPRADORES e VENDEDORES contratam uma Imobiliária / Corretor de Imóveis, desde que legalmente habilitados e credenciados junto ao CRECI - Conselho Regional de Corretores de Imóveis terão as vantagens e segurança que realizarão um bom negócio e que ambos ficarão satisfeitos.


Em São Paulo / Capital, informações sobre a idoneidade da Imobiliária e do Corretor de Imóveis que esta lhe atendendo, pode ser obtido junto ao CRECI, o nosso Conselho Regional na Rua Pamplona, 1200 - Jardim Paulista ou através do telefone: 3836-4900 ou do Site: www.crecisp.gov.br, e ao abrir, do lado esquerdo em busca, clicar em imobiliárias ou corretores.

Aqueles PROPRIETÁRIOS que por falta de informação NÃO buscar uma Assessoria de Imobiliária / Corretor de Imóveis e tentar negociar o seu imóvel por conta própria, sem a participação efetiva de um profissional da área, estarão sujeitos a terem dificuldades operacionais, administrativas, jurídicas e financeiras, entre outros, no inicio, durante, na conclusão e pós-processo da Venda e Compra, correndo o risco de fazer um mau negócio ou até mesmo cair em algum golpe.

Durante o processo de uma venda e compra, felizmente, é uma minoria de proprietário que NÃO buscam a presença destes profissionais habilitados / credenciados, mas percebo no dia a dia que a tendência é de melhora deste índice, pois eles acabam tomando conhecimento que, conhecidos, amigos e familiares já tiveram algum dissabor “dores de cabeça” quando ocorreu alguma negociação sem a participação de uma Imobiliária / Corretor de Imóveis.

Certamente muitas pessoas desconhecem as vantagens da participação da Imobiliária e do Corretor, e entendo ser pertinente chamar a atenção para que uma transação imobiliária não venha ser uma “grande dor de cabeça” e às vezes com amargos prejuízos financeiros, PORTANTO, relaciono abaixo, alguns motivos para que PROPRIETÁRIOS busquem uma Imobiliária e Corretor de Imóveis da sua confiança e credenciados pelo CRECI para ajudá-los e dar a devida tranquilidade e segurança nas várias etapas e que são diversas, até a finalização do processo de venda ou compra do seu imóvel (patrimônio), ou seja:

PROPRIETÁRIOS VENDEDORES

Fases e procedimentos necessários a serem analisados e observados no caso de VENDA DE IMÓVEIS, ou seja:

AVALIAÇÃO DO IMÓVEL: Os proprietários necessitam obter uma noção clara e isenta do que realmente vale o seu bem, e sendo o profissional do ramo imobiliário que conhece a realidade do mercado na região e detém o conhecimento das transações realizadas e em andamento naquele mercado, ao aplicar o método que julgo ser o mais eficaz, ou seja, (Método da Comparação de Dados de Mercado), por comparação com imóveis semelhantes transacionados ou a venda onde se situa o imóvel avaliado, o dono terá uma AVALIAÇÃO JUSTA de sua propriedade.


DOCUMENTAÇÃO DO IMÓVEL: é importantíssimo estar legalmente em ordem, pois influencia no valor de mercado e facilidade ou não da venda, e a Imobiliária e Corretor de Imóveis é que detém a expertise para poder examinar, aconselhar, sugerir medidas para a devida regularização, a fim de agregar valor e facilitar a venda à vista / financiamento e/ou liberação de FGTS.



PROPRAGANDA EM MÍDIAS: Todos sabem do jargão popular que a propaganda é a “alma do negócio”, e sendo assim, a Imobiliária providencia publicações e divulgação do seu imóvel em seus Sites e Portais sem nenhum custo ao proprietário, assim, as chances de vender o seu imóvel aumentam.





TEMPO E VISITAÇÃO: O Corretor de Imóveis elabora um plano de atendimento aos interessados com relação ao “perfil” do imóvel o que demanda muito tempo do profissional via telefone e presencial na Imobiliária, poupando os proprietários deste precioso tempo e dos custos decorrentes, bem como, a conciliação das visitas considerando a disponibilidade da família vendedora (dias e horários).



APROXIMAÇÃO DAS PARTES: As Imobiliárias e Corretores de Imóveis já mantém um diálogo interativo e centrado nas necessidades dos clientes e muitas vezes já tem alguns cadastrados interessados em imóveis com o “perfil” e dentro do valor ou próximo do colocado à venda pelos Vendedores, e assim, facilita eventual negócio com mais rapidez.




PROPOSTAS, NEGOCIAÇÃO E FECHAMENTO DO NEGÓCIO: Para que seja mais produtiva e eficiente, as reuniões devem ocorrer preferencialmente em local neutro, ou seja, em um ambiente que não tenha ligação com nenhuma das partes, e via de regra ocorre nas dependências da Imobiliária, onde os COMPRADORES ficarão mais a vontade e seguro com o respaldo da Administradora, a qual sempre buscará o equilíbrio, através de uma “negociação contributiva”, ou seja, também denominada de “Ganha - Ganha”, onde os envolvidos na negociação fiquem satisfeitos com o acordo obtido, bem como, no longo prazo, com o resultado do negócio realizado.


RESPALDO JURÍDICO: A Imobiliária tem a responsabilidade de elaborar um “Instrumento Particular de Venda e Compra”, onde serão consignados de forma clara e detalhada os valores de venda e todas as condições e formas de pagamento acordadas entre as partes, bem como, demais cláusulas legais a fim de manter o contrato juridicamente “perfeito” e permitir as garantias para ambas às partes.


FINANCIAMENTO E / OU LIBERAÇÃO DE FGTS: A grande maioria dos negócios que são realizados o pagamento não é à vista e sim através de recursos emprestados junto aos agentes financeiros e às vezes utilização de FGTS - Fundo de Garantia do Tempo de serviço a fim de complementar o valor do imóvel, é não adianta o COMPRADOR informar os VENDEDORES que mantém conta por X anos no Banco A ou B e que o seu Gerente já lhe garantiu uma “Carta de Crédito”, pois, se a VENDA não esta sendo conduzida por uma Imobiliária / corretor ou um profissional com experiência em financiamento habitacional para analisar toda a documentação dos (vendedores / compradores e do imóvel) para preparar e acompanhar todo o processo até o recebimento dos recursos, CUIDADO, pois a probabilidade de alguma coisa dar errado e não sair o financiamento é potencialmente grande e aí, como provavelmente já existe um Instrumento Particular de Venda e Compra assinado entre as partes, e dependendo das cláusulas previstas, os VENDEDORES estarão “amarrados” sobre a possibilidade de não poder assinar um distrato do contrato, e assim, amargar prejuízos e não poder negociar o imóvel, aguardar decisão judicial, etc..

RECEBIMENTO TOTAL DOS VALORES / PÓS VENDA: A Imobiliária e Corretor de Imóveis tem a responsabilidade junto aos VENDEDORES de conduzir todo processo até a liberação e recebimento de todos os valores devidos pelos COMPRADORES, e os honorários só deverão ser pagos nesta oportunidade.

Portanto, CUIDADO, evite aborrecimentos, stress e prejuízos financeiros, procurando sempre comprar ou vender o seu imóvel através de uma Imobiliária e Corretor de Imóveis habilitados e credenciados junto ao CRECI - Conselho Regional de Corretores de Imóveis.

Em outra edição, comentaremos sobre as VANTAGENS e os cuidados a serem observados pelos COMPRADORES.

Autor:
Gerson Antoniel
Gestor de Negócios Imobiliários

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