terça-feira, 3 de setembro de 2013

Oito dicas para ampliar imóveis pequenos

Morar em espaços reduzidos é uma prática diária de desapego. Não é possível acumular nada e tudo deve ser muito bem planejado. O designer canadense Graham Hill sabe bem disso. Ele mora em um apartamento de 39 m², em Nova York, onde guarda tudo o que precisa, hospeda amigos e ainda faz recepções para até dez pessoas.

Como? Investindo em praticidade e desapego. “As pessoas olham meu armário e ficam espantadas porque tenho apenas seis camisas. Elas sempre querem espaço para livros e sapatos”, afirma.

"Todos nós podemos viver em imóveis pequenos. Adoro ter menos coisas para manter, pagar e limpar. Muita gente acredita que mais é melhor e, por isso, morar em metragens reduzidas se torna tão difícil.”

O imóvel do designer conta com diversas adaptações que garantem o conforto. Armários embutidos, cama e beliches retráteis, móveis multiuso e eletroportáteis são algumas das soluções usadas por Hill. Mas o destaque é o “armário-parede” que otimiza espaço e permite, quando necessário, criar locais individualizados.

“Tudo deve ter um propósito. Não podemos usar mesas enormes em ambientes diminutos e esperar que funcione”, afirma. Tal percepção impulsionou-o a fundar, em 2009, a consultora “ Life Edited ” (Vida Editada, em português) – com o objetivo de atender empresas do segmento imobiliário.

Graham Hill se prepara agora para finalizar a consultoria do empreendimento VN Quatá, da Vitacon, localizado na Vila Olímpia, em São Paulo. O prédio conta com 53 apartamentos – de áreas entre 19 m² e 25 m² –- e tem como público-alvo estudantes e jovens executivos. “Imóveis desta metragem estão em alta e vêm sendo muito procurados por solteiros, jovens e até casais sem filhos.

Nossa proposta é oferecer estúdios práticos, compactos e muito versáteis. O investimento deve variar entre R$ 250 mil e R$ 350 mil”, afirma Alexandre Lafer Frankel, dono da incorporadora e construtora.

Quer saber mais truques do designer canadense e caprichar na montagem do seu imóvel? Confira abaixo.

1 - Deixe visível apenas o que estiver em uso

Ambientes de metragens reduzidas parecerão maiores quanto menos visualmente poluídos estiverem. Assim, a alternativa indicada pelo designer é esconder peças em desuso.

A cama é um dos elementos que pode sumir durante o dia. Para escondê-la e liberar mais espaço, o ideal é apostar em modelos de parede ou até um sofá-cama. “O principal erro ao organizar um imóvel pequeno é tentar viver como se ele fosse grande. Não é adequado ter a mesma quantidade de móveis e equipamentos”, diz Hill.

Assista ao vídeo e entenda como o designer canadense organiza o apartamento em NY:


2 - Aposte em móveis multiuso

Nada melhor do que abusar de peças versáteis e resolver os problemas de amplitude. O designer canadense investe nesse tipo de mobiliário em seu próprio apartamento –- e garante ser a melhor alternativa em locais reduzidos.

“Uma prateleira bem adaptada consegue, por exemplo, ser usada como mesa, balcão de café ou ainda em local para o jantar. Dessa maneira, é possível conseguir três peças em uma”, afirma.


3 - Aproveite todos os espaços

Outra saída para ganhar amplitude é trabalhar com 100% de aproveitamento. O que significa usar até mesmo os espaços verticais do ambiente.

Hill apostou nesta ideia e incluiu armários embutidos até o teto no apartamento nova-iorquino. “Procuro manter o centro do flat livre de peças decorativas, o que aumenta a sensação de amplitude”, diz. “O forro dos imóveis também pode ser aproveitado e isso permite guardar o dobro de elementos.”

4 - Abuse do mobiliário embutido

Segundo Graham Hill, as peças de imóveis pequenos devem se encaixar para nenhum ambiente perder espaço. A saída mais recomendada, na maioria dos casos, é apostar nos embutidos . “O melhor ainda é combinar estes modelos com peças de tamanho reduzido”, afirma.




5 - Tenha somente o necessário

Nada de acúmulo, afinal não há possibilidade. Elementos com pouco uso – eletrônicos e utensílios de cozinha, por exemplo – podem atrapalhar a circulação e devem ser substituídos ou descartados.

“Viver em espaços pequenos ajuda a descobrir o que realmente importa em nossas vidas. Após a arrumação, todo o restante será de extrema utilidade e terá muito significado”, diz.

6 - Valorize os ambientes importantes

O designer canadense ressalta a importância de adequar a arrumação ao estilo de vida do morador. Pessoas solteiras, na maioria das vezes, não recebem mais do que dez convidados nas refeições.

E, segundo ele, isso permite dispensar a sala de jantar. “Muitas famílias também fogem deste perfil e comem no sofá ou na mesa da cozinha. Logo, não há motivo para haver uma sala de jantar”, afirma Hill.

7 - Atenção ao tamanho do mobiliário

Usar o recurso dos móveis sob medida é mais um trunfo para ganhar espaço. Graham Hill conta que nem sempre as peças de apartamentos grandes são adequadas a metragens reduzidas.

A adaptação, no entanto, apresenta custos elevados. “As pessoas devem entender que todos os elementos são importantes ao decorar um imóvel pequeno. É melhor não ter um móvel do que investir em uma escolha errada”, diz.

8 - Use equipamentos práticos na cozinha

Refeições deliciosas podem surgir de cozinhas pequenas. O importante é haver praticidade. Uma saída interessante é abusar de aparelhos portáteis e de tamanhos diminutos.

Fogões podem ser substituídos, por exemplo, por cooktops e fornos elétricos. “Quem cozinha pouco em casa não precisa de uma cozinha repleta de equipamentos convencionais. Gosto de usar elementos que sejam guardados em gavetas quando desligados”, afirma Hill.





Bruna Bessi/iG São Paulo

Fonte: IG 

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Seis escadas de design arrojado e variados materiais


Seis escadas de design arrojado e variados materiais

Relíquia atualizada. Único elemento preservado do projeto original da edificação erguida em 1914 no Jardim Paulistano, na capital paulista, a escada revestida de travertino merecia ser valorizada, mas precisava de uma atualização. a solução do arquiteto Gustavo Horta foi retirar o revestimento antigo e propor uma nova cobertura ao conjunto. Sobre a estrutura de alvenaria e concreto, Gustavo aplicou um tipo de resina plástica fácil de limpar e de efeito lúdico, o Resinfloor, na cor vermelha. “a escada se tornou assim uma fita vermelha solta no espaço”, descreve ele.



Livre, leve e nada solta. Esta escada de três lances parece um brinquedo de montar em tamanho real, equilibrado na própria leveza. Sustentada pelos sucessivos degraus em balanço, ela é travada no térreo e nas lajes dos dois pavimentos que alcança. “A fixação na parede somente foi utilizada para reduzir as vibrações características desse tipo de estrutura”, explica o arquiteto Leo Tomchinsky, autor deste edifício que integra escritório e morada em São Paulo. Feita de tauari, teve todas as peças desenhadas e executadas uma a uma na marcenaria e montada na casa depois do fim da obra. “Escolhemos essa madeira por ser resistente, leve e clara”, completa. Uma grande janela, no alto da parede, a mantém iluminada durante o dia.




Brilho preservado. Uma das razões da reforma desta casa paulistana, originalmente térrea, foi a necessidade de um novo andar. A escada, portanto, tornou-se uma das estrelas do processo. “A ideia original era fazê-la de concreto aparente”, conta Marina Adell, arquiteta e moradora. “Mas, por causa de um problema com a secagem, a superfície se tornou irregular e o resultado ficou insatisfatório. então, revesti a estrutura de Tecnocimento (Ns Brazil) e os degraus de cumaru, o que deu uma aparência
bem leve e agradável a este espaço de passagem”, diz ela. Para prevenir riscos na madeira, Marina aplicou nas tábuas resina Bona Traffic, linha especial para áreas de trânsito constante, resistente a riscos, com semibrilho. “Acho que a fosca não daria uma aparência tão bonita”, avalia.





Fluidez visual. O arquiteto felipe aceto, de São Paulo, se inspirou na loja da apple de Nova York para projetar esta escada feita exclusivamente de vidro e aço inoxidável. “O grande desafio foi a instalação das peças metálicas dentro das lâminas”, descreve. Para que o material resistisse aos pinos internos, ele foi laminado com sentryGlas, produto da DuPont que promete tornar o vidro 100 vezes mais resistente que as camadas de reforço internas convencionais, sem alterar a transparência (grande preocupação deste projeto, realizado com vidro laminado de 3 cm de espessura da Fanavid). Para garantir a precisão do corte e da instalação metálica, as lâminas foram produzidas pela linha de blindados da empresa, que trabalha com projetos mais delicados que os de construção civil.



Traços distintos. Ao alugar o andar duplo deste edifício comercial projetado pelo mestre Paulo Mendes da rocha nos anos 80, os sócios de um escritório de advocacia encontraram o imóvel reformado. “A proposta original de amplitude e fluidez estava bem escondida”, conta o arquiteto Renan Correa Arruda, um dos profissionais do Piratininga, escritório paulistano chamado para reconfigurar o espaço, que tinha o vão da escada fechado por tapumes. A estrutura de chapa metálica dobrada tem o travamento feito pelo perfil tubular maciço que envolve a cascata. O perfil é soldado nas arestas que se formam entre as pisadas e os espelhos. Conectada à estante de livros, ela foi pintada com esmalte branco. “Queríamos recuperar os traços de Paulo Mendes, mas deixar bem diferenciada a identidade dos nossos”, diz o arquiteto



Volume silencioso. Para promover continuidade visual aos ambientes internos, o arquiteto mineiro Gustavo Penna e sua equipe optaram por revestir a escada social de cumaru, mesmo material usado no corredor de entrada desta casa em São Paulo. A estrutura de concreto recebeu tábuas da madeira de 1,15 m de largura (no detalhe, o desenho delicado da instalação, que tira partido dos veios naturais da madeira). “Nas laterais colocamos painéis acústicos do mesmo material que reveste toda a sala, diminuindo a reverberação do som, graças ao recheio de lã de vidro instalado na marcenaria”, descreve a arquiteta Priscila Dias de Araújo, que participou do projeto de construção da morada. Além de ajudar na preservação do silêncio, a escada não interfere no ambiente clean com seu discretíssimo guarda-corpo de aço inox escovado.

Fonte: casa.abril

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Home theater: quatro estilos diferentes de decoração



Home theater: quatro estilos diferentes de decoração

Cinema em casa, ambiente para a família, lugar dos amantes do futebol ou cenário moderninho: e só escolher seu estilo! Confira também sugestões de racks, sofás, tapetes...

Luis Gomes
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Aparelho de home theater e um móvel com espaço para guardar DVDs de modo organizado são artigo de primeira necessidade para os cinéfilos. A decoração temática completa a cena.
- Sofá de chenile: o Cross (1,55 x 1 x 0,98 m*) é retrátil. Sun House, R$ 1125.
- Sobre o sofá: Manta (Doural, R$ 34,90) e almofada (Tok & Stok, R$ 55,93).
- Tapete de algodão: Linie (2 x 1,50 m). Tok & Stok, R$ 149,90.
- Minipufe de fibra: Oren, R$ 84.
- Rack de pínus: da Meu Móvel de Madeira, o Slim (1,80 x 0,45 x 0,36 m) tem gavetão e prateleira superior. Loja Minha Casa, R$ 779.
- Home theater 3D: HTS5593/78, da Philips. Walmart , R$ 1299.
- Miniaturas: cadeira (R$ 43), câmera fotográfica (R$ 88) e filmadora (R$ 28). Designn Maniaa.
- Pôster e quadrinho: Beatles (Na Casa da Joana , R$ 60,75) e Night take two (Etna, R$ 49,99).

Ambientação neutra e acolhedora agrada toda a família
Luis Gomes
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Sobra conforto neste espaço, que tem tudo para satisfazer da avó ao neto. E note o truque para que sempre caiba mais um: tapete macio e almofadas convidam a criançada a se espalhar pelo chão.
Sofá de chenile: Gio, de três lugares (1,98 x 0,83 x 0,63 m). Tok Stok, R$ 820.
Tapete de couro: 10 10 MN (2 x 1,40 m). Etna, R$ 899,90.
Almofadas: da Tok Stok, Compapel (R$ 79,90 cada) e capas roxas (R$ 19,90 cada). No sofá, capas plissada (Tok Stok, R$ 39,90) e bordada (CC, R$ 25,90).
Banqueta de pínus: Três tabelas. Marcenaria Artesanal Avaré, R$ 180
Rack de MDF: com painel, ref. 17096 (1,60 x 0,51 x 1,79 m). Sun House, R$ 1084,99.
DVD com karaokê e videogame: D-03, da Mondial. Lojas Colombo, R$ 139.
AbajurTripé. Oren, R$ 84.
Vasos de cerâmica: CC, R$ 9,90 cada.
Telas em sépia: Tok Stok, R$ 19,90 cada.
Sobre a banqueta: bandeja Zeus, de madeira (Etna, R$ 35,99), e canecas de porcelana Anime X-treme (Tok Stok, R$ 14,90 cada). No rack, da Armarinhos Fernando: porta-retratos (R$ 4,50) e caixa plástica organizadora com estampa de bolinhas (R$ 14,90).

Arrumação perfeita para reunir os amigos, torcer e se divertir
Luis Gomes
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Quando o território é masculino, a praticidade dá as cartas. A descontração fica a serviço do pufe em forma de bola de futebol, colocado sobre um tapete que lembra gramado. Precisa dizer qual é a paixão de quem vive aqui?
- Tapete de náilon: Alasca (2 x 1,50 m). CC, R$ 618,15.
- Pufe de couro sintético: CC, R$ 61,10.
- Mesinha laqueada: Coin. Etna, R$ 149,90.
- Rack de pínus: Beth (1,60 x 0,35 x 0,42 m), envernizado. Tok Stok, R$ 298.
- DVD portátil com videogame: D-08, da Mondial. Lojas Colombo, R$ 279.
- Som portátil: da Batiki. Armarinhos Fernando, R$ 69,90.
- Caixa de papelão: Mundi. CC, R$ 24,90.
- Luminária de aço: Victoratto’s, R$ 85.
- Vasos de cerâmica: Camicado, R$ 39 o menor e R$ 59 o maior.
- Fotografias: Duo, de Luis Gomes. Galeria Coletivo, R$ 300 cada.
- Sobre a mesa de apoio: bandeja plástica Tray A4, da Coza (Doural, R$ 15,90), garrafa de vidro amarelo para licor (CC, R$ 8,90) e copos Alpi, de vidro (Doural, R$ 12,90 cada).

Mistura moderna e colorida, antenada com as passarelas
Luis Gomes
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Estampas de arrasar, móveis de design incomum e enfeites que esbanjam delicadeza são pistas de que este espaço nasceu para uma moça arrojada, em dia com as tendências da moda.
- Tecido adesivo: Disco vermelho. Flok, R$ 30 o rolo de 0,50 x 1 m.
- Rack de MDF: Masp (1,30 x 0,40 x 0,43 m), laqueado. Oppa, R$ 599.
- Tapete de poliéster: Joy (2 x 1,50 m), da Tapetes São Carlos. Doural, R$ 640.
- Mesa de pínus: Bug (1 x 0,42 x 0,29 m), da Meu Móvel de Madeira. Loja Minha Casa, R$ 269.
- Pendentes: Victoratto’s, R$ 170 (70 cm) e R$ 99 (30 cm).
- Sobre o sofá: da Tok Stok: manta (R$ 99,90) e capas de almofada Mix match (R$ 39,90 cada)
- Maleta de couro: Oren, R$ 144.
- Coruja de resina: Designn Maniaa, R$ 61.
- Vasos de cerâmicaBlooming, vazados. Tok Stok, R$ 85 cada.
- Na mesa de centro: trio de vasinhos de vidro (CC, R$ 10,90 cada) e cavalo de metal Sereno (Tok Stok, R$ 37,90). Agradecimentos à arquiteta Eliana de Sousa, de São Bernardo do Campo, SP, e à consultora de decoração Nádia Guimarães, de Campinas, SP.

Itens presentes nas quatro montagens: TV de LED 42” 42PFL 3707, da Philips (Magazine Luiza, R$ 1599), e piso vinílico em manta da linha Imagine Wood, no padrão French Oak Medium Beige, da Tarkett Fademac (MadeiraMadeira, R$ 45,45 o m²).
*largura x profundidade x altura. Preços pesquisados em 24 de maio de 2013, sujeitos a alteração.
Fonte: casa.abril
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Pequenos ambientes: dicas e segredos para aproveitar melhor os espaços: Banheiros

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Pequenos ambientes: dicas e segredos para aproveitar melhor os espaços: Banheiros

Cuba reduzida

Lavabos quase sempre têm pouco espaço. Uma ideia para aproveitá-lo melhor é reduzir a pia ao máximo, liberando mais espaço para a circulação. Usar cubas de sobrepor é uma boa saída, pois assim o armário sob ela também pode ser pequeno e fica com a área interna livre. Esse modelo, da Celite, tem apenas 44 x 245 cm

Banheiro do tamanho de lavabo

Este banheiro tem o tamanho de um lavabo com box. A cuba de semi-encaixe permitiu deixar a bancada pequena, aumentando a área de circulação. Nichos sobre a pia criam áreas para guardar os produtos de higiene. Os espelhos grandes ajudam a dar amplitude ao ambiente. Projeto do escritório Teles e Marques 

Parede toda de espelho

A parede atrás do vaso e pia é toda espelhada, deixando este lavabo mais amplo. A torneira sai do próprio espelho. A arquiteta Paula Nicolini projetou também uma bancada com armário de madeira em tamanho reduzido, com uma cuba de sobrepor de cristal ovalada, com pouco diâmetro e alta. O piso e parede claros ajudam a dar a sensação de amplitude

Explorando a parede alta

Com apenas 1,8 m² de área, esse banheiro tem uma parede de 3m de altura. A arquiteta Daniele Cardoso resolveu explorar essa amplitude, revestindo essa parede com mármore travertino em filetes do piso ao teto. A bancada, do mesmo material, recebe uma cuba de semi-encaixe, deixando um pouco mais de espaço livre 

Iluminação estratégica

Nesse banheiro, a arquiteta Mayra Lopes pintou uma parede de marrom e caprichou nas luzes, que saem de trás do espelho, do teto e ainda uma terceira opção alaranjada, para que o ambiente não ficasse reduzido pela cor escura. Ao invés de fazer bancada, que diminuiria a sensação de espaço, Mayra optou por um gaveteiro de vidro com rodízios e uma cesta para guardar os objetos 

Revendo posições

Este banheiro com 1,8 m² de área foi um desafio para a arquiteta Maria Helena Torres: antes a bancada ficava onde hoje está o vaso e vice-versa. Quem queria chegar ao Box, devia pular a privada. A solução foi inverter as posições, liberando a passagem. Um gaveteiro com rodízios foi colocado sob a bancada para haver espaço de organização, podendo ser deslocado mais para o canto para liberar mais espaço 

Pequeno nicho

O nicho revestido com as mesmas pastilhas da parede deu ao banheiro um espaço para guardar itens de higiene, deixando o gaveteiro  e armário para toalhas e itens maiores. No Box, a torre de banho tem local para o sabonete e possibilita jatos que são ligados separadamente, sem necessidade  de chuveirinho. Projeto de Clarice Mancuso 

Fonte: MdeMulher
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Tudo no lugar

Para aproveitar da melhor forma possível o pouco espaço disponível nessa cozinha, as arquitetasCaroline Rodrigues e Celita P. Oenning tiveram como prioridade a organização. Os armários foram planejados para abrigar todos os utensílios e garantir que o ambiente ficasse clean (2). As panelas ficam em gavetões (3), os refratários no alto(4), e na torre que separa a lavanderia, há compartimentos que servem de dispensa (1) 

Mini copa

A cozinha é comumente o ponto de encontro da família, onde muitas vezes todos fazem o café da manhã ou lanches juntos. Por isso, a mesa pode ser uma exigência em alguns casos. Para que ela não barrasse a passagem na cozinha da foto, a arquiteta Clarice de Sá mandou fazer a mesa de largura reduzida, que fica encostada na parede quando está fora de uso. Assim a passagem fica livre 

Tudo separadinho

Para não desperdiçar espaço nessa cozinha mini, as arquitetas Cinthia Garcia e Andréia Karalkovas planejaram tudo bem separado. O fogão ficou como cooktop, sobre a bancada e o forno foi  embutido em uma coluna, junto do microondas. Armários foram colocados em todos os locais possíveis, até sob o balcão que liga com a sala, possibilitando boa organização do pequeno espaço 

Tudo claro e funcional

Essa cozinha e lavanderia integradas antes tinham os armários escuros e pouco práticos. A arquiteta Cris Dilly trocou-os por armários claros com detalhes pretos, que deixaram o ambiente mais amplo. A área mais alta da parede passou a ser aproveitada também com armários basculante, possibilitando maior organização do pequeno espaço 

Painel com armários

O painel que separa, junto do balcão, a sala da cozinha tem função mais do que estética. Atrás dele, os arquitetos do escritório Teles e Marques colocaram armários. Assim, a parte alta da pequena cozinha pode ser usada. Além disso, as linhas horizontais do painel e também  na parede ajudam a alongar o ambiente 

Bancada libera espaço

Neste apartamento, a arquiteta Maria Helena Torres optou por derrubar a parede entre a sala e a cozinha, transformando-a numa bancada. Isso já deixou a cozinha mais ampla. A escolha por embutir o forno na bancada e usar o fogão cooktop sobre ela liberrou ainda mais espaço para os demais eletrodomésticos. Um pouco abaixo da bancada de preparo, foi colocada uma bancada de madeira, para as refeições 

Bancada e armário ao invés de mesa

Ao invés de colocar uma mesa na cozinha da própria casa, a arquiteta Patrícia Pasquini optou por uma bancada de madeira presa à bancada da pia, com banquinhos móveis. Assim, sobrou ainda espaço para fazer um armário para louças no canto e o ambiente ficou mais clean 

Porta de correr

Essa cozinha é praticamente um corredor, com apenas 1,5 m de largura. Para que o espaço não ficasse sufocante, foi feita uma porta ampla e de correr, que deixa o ambiente ligado à sala e permitiu usar uma geladeira grande sem atrapalhar a passagem. Para que o pouco espaço não ficasse caótico, foram feitos armários adaptados para a cozinha, da linha Clear da Segatto 

Copa para o escritório

Para aproveitar o espaço dentro do próprio escritório, as arquitetas Diana Macari e Caroline Amorim de Souza transformaram esse canto em copa. Para não influenciar no ambiente de trabalho, a pia ficou escondida dentro do armário e sua bancada se estende para fora dele. Sob ela, a geladeira e um gaveteiro para os alimentos. Debaixo da pia, prateleiras para as louças. A porta foi aproveitada como lousa, para anotar a agenda de trabalho do escritório 

Pia prática

Quando a cozinha é pequena, o espaço ocupado pelos acessórios é precioso. A linha de cozinhas Vintage da Ornare propõe soluções práticas para aproveitar o espaço: a própria bancada vem com um tampo móvel com perfurações que serve de escorredor - mas ocupa bem menos espaço que um escorredor tradicional 
Fonte: MdeMulher
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