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sábado, 14 de março de 2015

Lançamento no Jardim Universo

Lançamento no bairro Jardim Universo

São apartamentos de 55 m² com planta única:
- 2 dormitórios
- Sala de estar/ jantar c/ sacada
- Cozinha + área de serviços
- Banheiro social
- 1 vaga de garagem

Clique aqui para maiores informações
O condomínio possui 2 prédios com 8 apartamentos cada, sendo 2 apartamentos por andar ( não tem vizinho lateral e frontal )

Área comum:
- Salão de festas gourmet c/ churrasqueira
- Banheiro masculino e feminino

16 vagas de garagem, portão eletrônico e guarita ( opcional para uso de porteiro/ zelador )
Entrada social c/ jardim
Valor de venda para o lançamento: R$ 170 mil ( aceita financiamento bancário, FGTS e programa Minha Casa Minha Vida )

Bairro com ótima estrutura ( escolas, creche, supermercado, padarias, hospital e posto de saúde 24h )
Fácil acesso ao centro da cidade, litoral e São Paulo.

Contato: (11) 3461-6700
vdimoveis@yahoo.com.br

www.vdimoveismogi.com.br

Veja também: 

Lançamento no Mogi Moderno




sábado, 20 de setembro de 2014

Veja o imóvel que você pode comprar de acordo com sua renda!


Os imóveis que você pode comprar de acordo com seu bolso


São Paulo – Com uma renda familiar mensal de 6 mil reais é possível financiar, no máximo, um imóvel de 186 mil reais nos bancos públicos. Já famílias que ganham 40 mil reais por mês podem financiar um imóvel de 1,2 milhão de reais nesses bancos.
As constatações são resultado de uma simulação feita pelo Canal do Crédito, site que compara os custos de financiamentos e aplicações financeiras.
O levantamento, feito a pedido de EXAME.com, mostra o valor máximo que pode ser financiado na compra de um imóvel para nove faixas de renda familiar, que variam entre 6 mil reais e 40 mil reais.
A simulação considerou a renda familiar, não individual, porque esse é o parâmetro comumente usado nos bancos para liberação do financiamento.
Em uma família com dois membros, na qual cada um ganha 5 mil reais por mês, por exemplo, é considerada uma renda familiar de 10 mil reais caso ambos participem do financiamento.
O levantamento levou em conta os valores de entrada mínimos exigidos pelos bancos em cada faixa de renda e considerou que o comprador pode comprometer até 30% da renda com as prestações.
Foi usado um prazo de financiamento de 30 anos, período máximo praticado geralmente praticado entre os bancos.
Famílias com renda menor do que R$ 6 mil conseguem financiar imóveis incluídos no programa de incentivo criado pelo governo, o Minha Casa Minha Vida.
Veja nas tabelas a seguir os resultados da simulação de financiamento entre os bancos públicos e os bancos privados.

Bancos públicos*


*Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, com entrada de 10% do valor do imóvel e taxa média de juros de 9,175%
Fonte: Canal do Crédito

Bancos privados*


*Itaú e Bradesco, com entrada de 20% do valor do imóvel e taxa média de juros de 9,1625%
A maior diferença entre os financiamentos de bancos públicos e privados está no valor da entrada para parcelar o imóvel.
Enquanto a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil aceitam valores iniciais que correspondem a 10% do valor total do imóvel, em bancos privados, como Bradesco e Itaú, essa faixa sobe para 20%.
As taxas de juros médias praticadas pelos bancos são semelhantes, mas a simulação mostra que em alguns casos os bancos privados podem praticar juros menores, a despeito da crença corrente de que os bancos públicos oferecem sempre condições mais vantajosas.
Segundo Marcelo Prata, presidente do Canal do Crédito, os juros nos bancos privados podem ser mais baixos dependendo do relacionamento do cliente com a instituição e da intenção do banco de captar um volume maior de recursos por meio das operações de crédito imobiliário. ”Os bancos privados costumam ser mais agressivos e dispostos a negociar”.
Por outro lado, as taxas de balcão, que são aquelas apresentadas a clientes sem relacionamento prévio com a instituição, costumam ser mais baixas nos bancos públicos, sobretudo na Caixa.

O que os bancos pesam para liberar o financiamento

Para evitar a falta de pagamento das parcelas do imóvel no futuro, diante de uma situação de desemprego, por exemplo, é recomendável pagar um porcentual de entrada maior ao financiar o imóvel. Quanto mais alto o valor, mais baixos serão os juros pagos pelo comprador.
É preciso tomar cuidado, no entanto, para não comprometer toda sua poupança com o imóvel. A orientação, segundo Marcelo Prata, é destinar o máximo valor possível à entrada, mas desde que sobre uma reserva financeira para cobrir imprevistos.
“Se o comprador tem apenas o valor da entrada, ou se esse valor for muito baixo, talvez seja melhor guardar mais dinheiro antes de adquirir o imóvel”, diz Prata.
Os bancos também podem cobrar juros maiores, ou reduzir o limite da quantia a ser emprestada, caso a família seja composta por trabalhadores formais com pouco tempo de trabalho na empresa.
Não só no financiamento imobiliário, como no de carros, o banco pode liberar menos recursos ou até negar a concessão de crédito caso analise que grande parte da renda da família ficará comprometida com o pagamento das parcelas.
Caso o endividamento total da família seja controlado, e todas as contas sejam pagas em dia, a análise pode ser menos rigorosa, dependendo das regras de cada instituição financeira.
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Fonte: Exame

Simulação de financiamentos, clique aqui

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Mogi das Cruzes

(Portal da Cidade, acesso pela Mogi Dutra)

Nossa cidade está localizada na região metropolitana  da capital paulista. Sua população em 2010 segundo o Censo demográfico era de 387.779 habitantes, sendo considerado o maior e mais desenvolvido município da Região do Alto Tietê. 



(AV. João XXIII, acesso do bairro César de Souza p/ o centro da cidade)

Mogi das Cruzes situa-se a uma altitude média de 780 metros. Seu ponto mais alto é o pico do Urubu com 1160 metros, localizado na serra do Itapety.

(Voo livre praticado no Pico do Urubu, vista cidade)

O município é cortado por duas serras: a Serra do Mar e a Serra do Itapety e ainda pelo Rio Tietê. Em seu território se encontram duas represas que fazem parte do Sistema Produtor do Alto Tietê, os reservatórios de Taiaçupeba e do rio Jundiaí.

( Pico do Urubu, vista p/ Serra do Itapety)




O clima do município, como em toda a Região Metropolitana de São Paulo, é o subtropical. O verão é pouco quente e chuvoso; o inverno, ameno e subseco. A média de temperatura anual gira em torno dos 20°C, sendo o mês mais frio julho (média de 15°C) e o mais quente fevereiro (média de 27°C).

(Represa de Taiaçupeba)

Sobre a educação, a cidade conta com duas universidades de grande porte, a Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) e a Universidade Braz Cubas (UBC), e a faculdade Clube Náutico Mogiano e, uma unidade de educação a distância da  UNOPAR. Em relação ao ensino técnico, a cidade abriga diversas escolas técnicas particulares e a ETEC Presidente Vargas, vinculada ao Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza.




Mogi das Cruzes tem uma economia muito diversificada. Possui uma agricultura muito forte: é o maior polo produtor de hortaliças, cogumelos, caqui, orquídeas e nêsperas do Brasil. Por outro lado é uma cidade que vive uma expansão industrial forte, com 891 indústrias, entre elas a General Motors (GM), a Valtra, controlada pela AGCO Corporation, que é a maior fabricante de tratores agrícolas do Brasil, a Imerys do Brasil e a Gerdau. O setor industrial emprega 20 mil pessoas. No setor de serviços, há 21 mil pessoas empregadas e duas das maiores empresas de telemarketing do País, a TIVIT e a Contractor, que empregam mais de 5 mil pessoas. No comércio há 7.200 estabelecimentos comerciais e 17 mil pessoas empregadas.

 A cidade ainda conta com um grande patricmônio histórico, casarões localizados no centro da cidade, grandes festa típicas e parques ecológicos.




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